No dia 1º de agosto de 2023, o INPI oficializou a Indicação Geográfica de Procedência para o Queijo do Cerrado, tornando-o o terceiro queijo artesanal mineiro reconhecido, ao lado de Canastra e Serro.
Municípios contemplados (19):
Abadia dos Dourados, Arapuá, Carmo do Paranaíba, Coromandel, Cruzeiro da Fortaleza, Guimarânia, Lagamar, Lagoa Formosa, Matutina, Patos de Minas, Patrocínio, Presidente Olegário, Rio Paranaíba, Santa Rosa da Serra, São Gonçalo do Abaeté, São Gotardo, Vazante, Tiros e Varjão de Minas.
Benefícios imediatos:
- Proteção da identidade: somente queijos que respeitem os padrões — leite cru, beneficiamento rápido e técnicas artesanais — podem usar o selo IG.
- Valorização comercial: o selo atesta qualidade e autenticidade, destacando o produto no mercado nacional e internacional.
- Suporte institucional: Sebrae e Emater atuam desde 2018 na formação dos produtores e estruturação da Aprocer, garantindo governança, boas práticas e fortalecimento organizacional.
Impacto para os produtores:
- 6.000 produtores na cadeia do queijo artesanal agora têm acesso a novas oportunidades de mercado.
- A IG reforça o trabalho com leite cru e técnicas tradicionais, preservando o modo de produção e agregando valor ao produto.
- O selo contribui para a sustentabilidade das comunidades locais e consolida o Cerrado como uma região de excelência em queijos.
A IG do Queijo do Cerrado é mais que um selo: é um avanço para a economia local, para a proteção cultural e para a expansão de mercados. É o Cerrado se afirmando também como território do queijo artesanal, com sabor, história e identidade.
